Medicina integrativa · Saúde capilar feminina
Hormônios, nutrientes, tireoide, estresse. Na primeira consulta, investigamos o que está por trás da sua queda e traçamos um plano possível para interromper a perda.
Agendar minha avaliação Resposta em horário comercial · Salvador e teleconsultaTalvez você esteja vivendo isso
Fios demais no travesseiro, no ralo, na escova — cada lavagem virou motivo de ansiedade.
Esgotada, sem energia nem para se cuidar.
Ansiedade constante, mente acelerada, sono que não descansa.
Já tentou shampoos, vitaminas e promessas — e a frustração só aumentou.
Uma rotina que não desacelera e a sensação de carregar o mundo nas costas.
No espelho: queda, afinamento e uma autoestima cada vez mais ferida.
Não é culpa sua. Faltou alguém ligar os pontos.
A queda é um sinal — e sinal a gente investiga.
O método
Quatro passos para você parar de tentar no escuro e finalmente entender o que o seu corpo está dizendo.
Sua história completa vem antes de qualquer decisão: rotina, sintomas, tentativas anteriores.
Tireoide, ferritina, vitaminas e minerais, estresse e exposições — somente o que faz sentido para o seu caso.
Conectamos os pontos e explicamos, em linguagem simples, por que o seu cabelo está caindo.
O que fazer primeiro, o que evitar e como acompanhar a evolução — um caminho que cabe na sua vida.
História real de paciente
Ela já lutava há mais de um ano contra uma doença autoimune. Lesões na pele, unhas frágeis e, por cima de tudo, uma queda de cabelo devastadora. O tratamento tradicional não trazia controle — e os efeitos colaterais eram cruéis. A autoestima foi junto.
Quando chegou até nós, estava cansada e decidida a não seguir mais aquele caminho. Expliquei que havia outra forma de olhar para o problema: investigar o corpo por completo, modular o sistema imunológico e seguir um plano anti-inflamatório consistente. Não prometi mágica — prometi uma jornada de passos firmes. Ela topou.
"Mais do que fios novos, voltou a confiança no espelho."
O acompanhamento durou meses, com ajustes a cada retorno. O que mudou primeiro não foi o cabelo: foi o sono, a energia e a disposição para se cuidar. O fio veio depois — como consequência, não como meta isolada.
O que foi investigado
Relato publicado com autorização da paciente. Cada organismo responde de forma única — a investigação e a conduta mudam caso a caso.
Não tratamos só o cabelo.
Tratamos você por inteiro.
Porque o fio é o fim da história — a causa quase sempre começa em outro lugar: tireoide, intestino, nutrientes, hormônios, estresse.
Clareza primeiro, decisão depois
Quem passou por aqui conta
Atendimento diferenciado, com amor, respeito e muita competência. Melhorei a qualidade de vida com as orientações sobre sono, alimentação e os cuidados prescritos por ela. Só tenho gratidão.
Avaliação no GoogleA consulta foi incrível! Sensível, estudiosa, interessada na causa da doença. Não é nada clássico — é o que a diferencia. Inteligente, surpreendente e sensata.
Avaliação no GoogleMuito atenciosa e detalhista! Assistência total antes, durante e após a consulta. Moro nos Estados Unidos e daqui ela me atendeu prontamente. Gratidão.
Teleconsulta · GoogleCada queda tem uma história

Quem vai cuidar de você
Sou médica há mais de 22 anos. Por muito tempo, vi pacientes voltarem ao consultório com as mesmas queixas, mesmo "fazendo tudo certo". Aquilo me incomodava: eu tratava o sintoma, e a causa seguia intocada.
Foi essa inquietação que me levou à medicina integrativa. Hoje, investigo o que costuma passar despercebido: hormônios, intestino, nutrientes, inflamação silenciosa e o peso da rotina sobre o corpo.
A queda de cabelo não é o seu real problema. Ela é o sinal. E sinal a gente investiga.
Dra. Carolina Borba
Perguntas reais, respostas claras
Começa entendendo a causa no seu caso. Na avaliação, ligamos os pontos — rotina, história, sinais do corpo — e só então definimos o essencial a investigar.
Mudanças hormonais (pós-parto, perimenopausa/menopausa), estresse crônico, padrões genéticos de afinamento, carências nutricionais, alterações de tireoide, inflamação/autoimunidade e alguns medicamentos.
Costuma começar entre 3–4 meses após o parto, com pico por volta do 4º mês, e tende a normalizar até 12 meses. Se passar disso, vale investigar.
Sim. Pode precipitar o eflúvio telógeno (queda difusa) cerca de 2–3 meses após um gatilho. Corrigida a causa, a tendência é de melhora progressiva.
Depende da sua história. Com frequência: hemograma, ferro/ferritina, TSH/T4 e, quando indicado, vitamina D, B12 e zinco. Sem excessos.
Sim. A primeira avaliação pode ser feita on-line, com exames realizados na sua cidade. O atendimento presencial acontece em Salvador.
O primeiro passo é seu
Quanto antes decodificamos a causa, mais cedo você recupera o controle — e a confiança no espelho.
Agendar avaliação pelo WhatsAppSalvador · Teleconsulta para todo o Brasil
Caráter educativo: as informações deste site têm caráter educativo e não substituem consulta médica. Cada pessoa é única; resultados podem variar. Consulte um profissional de saúde antes de iniciar qualquer tratamento.